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Arquivo de fevereiro, 2009

16/02/2009 - 16:44

Vai começar o maior espetáculo da Terra

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O Brasil é sinônimo de futebol, alegria, praias, belezas naturais e muito mais. Mas não há símbolo maior do país no exterior do que aquela avenida onde belas mulatas sambam com energia de outro mundo no maior Carnaval do planeta. Embora Salvador junte mais gente na Bahia, o carnaval carioca ainda é o mais representativo quando falamos em escolas de samba. Também pudera, com enredos que entraram para a história, nomes como Mangueira, Beija-Flor, Portela e Império Serrano ficaram tão conhecidos país afora como os principais times de futebol.

Quem não lembra do Ratos e urubús larguem minha fantasia que Joãosinho Trinta levou para a avenida com a Beija-Flor de Nilópolis, causando polêmica e furor a ponto de a Igreja proibir a exibição da estátua de Jesus Cristo coberta de lixo? Também marcou época o refrão Explode Coração do samba Peguei um ita no norte, campeão pelo Salgueiro em 1995, tal como o que poderia ser uma previsão do futuro o que a Caprichosos de Pilares cantou em 1985 “Tem bumbum de fora pra chuchu /// Qualquer dia é todo mundo nu“.  

Para 2009 as escolas de samba cariocas já estão prontas e afinadas. Será que teremos alguma música que entrará para a história? Qual será a polêmica da vez? Será uma imagem santa ou um tapa-sexo inexistente? Na próxima semana saberemos, mas você já pode começar a aprender os sambas-enredo cariocas aqui no MusiG. Isso mesmo, o cd com as músicas que farão a Marquês de Sapucaí dançar sem parar já estão disponíveis na loja de música do iG.

Ouça agora todos os sambas-enredo do grupo Especial de 2009 e caia na folia.

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13/02/2009 - 15:00

Sexta-feira macabra

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Você já deve ter visto por aí várias seleções se músicas que remetem à Sexta-Feira 13. Como não poderia deixar de ser, o MusiG também tem a sua e garantimos que o terror e o medo estão bem representados. Se quiser criar um clima em sua festa de sexta-feira, ou ouvir alguns dos maiores nomes do rock contemporâneo e histórico, confira sugestões abaixo e ouça seu som aterrorizante na loja MusiG. Mas ouça de luz acesa.

Alice Cooper: A tia velha do Rock não poderia ficar fora da lista. Conhecido por shows temáticos onde “morria” ao final de cada apresentação, Alice Cooper mudou a forma das bandas se apresentarem e o foi o percussor das interpretrações teatrais tão imitadas ao longo dos anos. Nos EUA, nos anos 70 e 80, havia quem realmente acreditava que as mortes eram reais.

Clique aqui e ouça os clássicos de Alice Cooper no MusiG.


Black Sabbath e Ozzy Osbourne: Contemporâneos de Alice, os quatro rapazes de Birminghan, formaram talvez a mais importante banda de heavy-metal em todos os tempos. Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Ozzy Osbourne criaram o Black Sabbath a partir de uma banda de jazz e após seu primeiro disco, o homônimo Black Sabbath, foram considerados satanistas e coisa pior. Ironicamente, todos eram católicos e tocavam com cruzes nos palcos para mostrar sua devoção, porém souberam utilizar desse rótulo para vender mais. Após a saída do grupo, Ozzy continuou com a fama de ‘Príncipe das Trevas”, algo que foi aumentando com as histórias que o cantor colecionava, como comer morcegos no palco. Na verdade, ele mordeu o bicho, já morto, pensando se tratar de um boneco, mas quando descobriu, saiu correndo para um hospital e passou a noite tomando vacinas.

Clique aqui e ouça as melhores músicas de Black Sabbath. E aqui para ouvir Ozzy Osbourne.

KISS: Outra banda que aproveitou esse lado teatral e sobe cativar os fãs (além de vender muito) foi o KISS. Suas músicas não possuiam uma linguagem satanista ou coisa do gênero, mas as pinturas em suas faces, principalmente a de Gene Simmons, o baixista, assustaram na primeira impressão e ajudaram a criar a imagem da banda. Soma-se a isso a boataria que se deu em torno do nome. Reza a lenda que KISS significa Kids In Satans Service. Em alguns lugares trocou-se o Kids por Knights. A banda nunca confirmou nenhuma das duas hitórias, mas também não se deu o trabalho de negar. Enquanto os boatos corriam, o KISS se firmou como uma das maiores bandas da história e para uma Sexta-feira 13, o álbum Creatures of the Night é uma boa pedida.

Clique aqui e ouça KISS no MusiG.

Type O Negative: O baixista e vocalista Peter Steele tem mais de dois metros de altura e passaria por vampiro facilmente. Não gosta de sair de dia, raramente dá um sorriso e sua voz é tão baixa que o próprio Satã poderia usá-lo como porta voz. As músicas são lentas e sombrias, característica do Doom Metal que a banda explora tão bem. As letras seguem no mesmo tom, mas mesmo com tanto suspense, o Type O Negative conseguiu explodir nas rádios e na MTV com o álbum Bloddy Kisses, de 1993, principalmente com a faixa Black No.1. Excelente pedida para climatizar qualquer evento dark.

Clique aqui e ouça Type O Negative no MusiG.

Slayer: Mestres supremos do Thrash Metal, os californianos do Slayer nunca pegaram leve em suas letras. No início da carreira, álbuns como Reign In Blood, Hell Awaits e Haunting The Chapel já ditavam o tom da música de Tom Araya e cia. Hoje em dia, mais calmo, porém menos tolerante, o Slayer usa bastante a temática de serial killers e problemas sociais. Mas não esquece as raízes, principalmente quando lança um álbum chamado God Hates Us All. Suas músicas foram bastante utilizadas em vários filmes de terror e fazem parte da coleção dos amantes do gênero.

Clique aqui e ouça Slayer no Musig.

Cradle Of Filth: Figurinha carimbada em festas góticas e eventos de terror, o COF vem se consolidando como uma das principais bandas de metal na atualidade. Com muita maquiagem, efeitos na voz e letras sombrias, o som ainda não conseguiu ser rotulado. Balança entre o death metal, o gore, dark, gothic e outros estilos pesados. Utilizam muita sinfonia e arranjos clássicos no som e fazem a alegria dos vampiros modernos. Mas aviso: é bastante barulhento!

Clique aqui e ouça Cradle Of Filth no MusiG.

Obituary: Essa vai para os fãs de Jason, Michael Myers, Ed Gein, Charles Manson e assassinos em geral. O Obituary já foi considerado a banda mais sanguinolenta do mundo. Não há uma letra que não conote terror e morte em seu repertório. Isso quando não incluem temas mais pesados como autópsia e necrofilia. As capas são verdadeiras odes ao macabro e o som é tão pesado e rápido que faz o Slayer parecer banda de fado. Ao lado de Morbid Angel, Death e Canibal Corpse, o Obituary é considerado um dos pilares do death metal.

Clique e ouça, se tiver coragem, Obituary no MusiG.

Iron Maiden: A Donzela de Ferro não é necessariamente uma banda satanista ou com cotonações no meio, mas a música The Number Of The Beast é um clássico que na época que foi lançada aterrorizou muita gente. Também pudera. O refrão “666, the number of the beast” cantado em 1982 era considerado algo bem incomum. Hoje, o Iron Maiden passa longe desses temas, mas o bonecão Eddie continua aparecendo nos show para alegria dos fãs. E em março eles estarão de volta ao Brasil!

Clique e ouça Iron Maiden no MusiG.

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10/02/2009 - 16:56

O dia que a música morreu

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Em fevereiro de 1959 o mundo do rock perdeu dois de seus nomes mais importantes até então. Buddy Holly e Ritchie Valens morreram em acidente aéreo na Dakota do Norte, EUA.

Ambos eram os nomes do momento e faziam um sucesso estrondoso, mesmo com suas curtas carreiras. Ritchie tinha apenas 17 anos mas já imortalizara as músicas “Come On, Lets Go”, “Donna” e a releitura de La Bamba, que deu nome ao filme feito em sua homenagem em 1987, com Lou Diamond Phillips interpretando o cantor.

Buddy também explodia nas rádios americanas com sucessos instantâneos como “Peggy Sue” e sua música era considerada muito sofisticada para aquele tempo. Com seu estilo mais controlado e tranquilo, era considerado um contraponto ao elétrico Elvis Presley e seu talento inovador inspirou jovens no mundo todo, inclusive dois que viriam a fazer parte dos maiores grupos do rock em todos os tempos: Paul McCartney e Mick Jagger, que sempre o apontam como uma de suas principais influências.

Buddy era mais velho do que Ritchie, mas ambos eram grandes amigos e o acidente inclusive ocorreu porque Holly deu carona a Valens no avião que alugara para poder chegar a tempo em Minnesota, local do próximo show. Insatisfeito com o ônibus oferecido para a viagem, Buddy quis alugar o avião. Ritchie ganhou o assento após uma disputa na moeda com Tommy Allsup, baixista de Buddy. Pouco antes de embarcar, Buddy brincou com Waylon Jennings, outro membro de sua banda, dizendo “espero que seus pés congelem no ônibus” no que Jennings respondeu “espero que seu avião caia”. Essas palavras o amaldiçoaram por toda a sua vida.

Nevava bastante e o piloto não possuía as credenciais necessárias para pilotar naquelas condições. Logo após a decolagem, o avião caiu em uma fazendo matando os dois músicos, mais J.P. Richardson, outro nome que fazia grande sucesso no momento, e o piloto. O acidente ficou conhecido como “O Dia Que A Música Morreu” na letra da música American Pie de Don McLean.

Mas aqui no Musig vocês podem continuar ouvindo o som desses jovens gênios que o destino levou embora. Curta sem parar as músicas de Ritchie Valens e Buddy Holly.

Clique aqui para ouvir as músicas de Ritchie Valens

Clique aqui para ouvir o som de Buddy Holly

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