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13/02/2009 - 15:00

Sexta-feira macabra

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Você já deve ter visto por aí várias seleções se músicas que remetem à Sexta-Feira 13. Como não poderia deixar de ser, o MusiG também tem a sua e garantimos que o terror e o medo estão bem representados. Se quiser criar um clima em sua festa de sexta-feira, ou ouvir alguns dos maiores nomes do rock contemporâneo e histórico, confira sugestões abaixo e ouça seu som aterrorizante na loja MusiG. Mas ouça de luz acesa.

Alice Cooper: A tia velha do Rock não poderia ficar fora da lista. Conhecido por shows temáticos onde “morria” ao final de cada apresentação, Alice Cooper mudou a forma das bandas se apresentarem e o foi o percussor das interpretrações teatrais tão imitadas ao longo dos anos. Nos EUA, nos anos 70 e 80, havia quem realmente acreditava que as mortes eram reais.

Clique aqui e ouça os clássicos de Alice Cooper no MusiG.


Black Sabbath e Ozzy Osbourne: Contemporâneos de Alice, os quatro rapazes de Birminghan, formaram talvez a mais importante banda de heavy-metal em todos os tempos. Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Ozzy Osbourne criaram o Black Sabbath a partir de uma banda de jazz e após seu primeiro disco, o homônimo Black Sabbath, foram considerados satanistas e coisa pior. Ironicamente, todos eram católicos e tocavam com cruzes nos palcos para mostrar sua devoção, porém souberam utilizar desse rótulo para vender mais. Após a saída do grupo, Ozzy continuou com a fama de ‘Príncipe das Trevas”, algo que foi aumentando com as histórias que o cantor colecionava, como comer morcegos no palco. Na verdade, ele mordeu o bicho, já morto, pensando se tratar de um boneco, mas quando descobriu, saiu correndo para um hospital e passou a noite tomando vacinas.

Clique aqui e ouça as melhores músicas de Black Sabbath. E aqui para ouvir Ozzy Osbourne.

KISS: Outra banda que aproveitou esse lado teatral e sobe cativar os fãs (além de vender muito) foi o KISS. Suas músicas não possuiam uma linguagem satanista ou coisa do gênero, mas as pinturas em suas faces, principalmente a de Gene Simmons, o baixista, assustaram na primeira impressão e ajudaram a criar a imagem da banda. Soma-se a isso a boataria que se deu em torno do nome. Reza a lenda que KISS significa Kids In Satans Service. Em alguns lugares trocou-se o Kids por Knights. A banda nunca confirmou nenhuma das duas hitórias, mas também não se deu o trabalho de negar. Enquanto os boatos corriam, o KISS se firmou como uma das maiores bandas da história e para uma Sexta-feira 13, o álbum Creatures of the Night é uma boa pedida.

Clique aqui e ouça KISS no MusiG.

Type O Negative: O baixista e vocalista Peter Steele tem mais de dois metros de altura e passaria por vampiro facilmente. Não gosta de sair de dia, raramente dá um sorriso e sua voz é tão baixa que o próprio Satã poderia usá-lo como porta voz. As músicas são lentas e sombrias, característica do Doom Metal que a banda explora tão bem. As letras seguem no mesmo tom, mas mesmo com tanto suspense, o Type O Negative conseguiu explodir nas rádios e na MTV com o álbum Bloddy Kisses, de 1993, principalmente com a faixa Black No.1. Excelente pedida para climatizar qualquer evento dark.

Clique aqui e ouça Type O Negative no MusiG.

Slayer: Mestres supremos do Thrash Metal, os californianos do Slayer nunca pegaram leve em suas letras. No início da carreira, álbuns como Reign In Blood, Hell Awaits e Haunting The Chapel já ditavam o tom da música de Tom Araya e cia. Hoje em dia, mais calmo, porém menos tolerante, o Slayer usa bastante a temática de serial killers e problemas sociais. Mas não esquece as raízes, principalmente quando lança um álbum chamado God Hates Us All. Suas músicas foram bastante utilizadas em vários filmes de terror e fazem parte da coleção dos amantes do gênero.

Clique aqui e ouça Slayer no Musig.

Cradle Of Filth: Figurinha carimbada em festas góticas e eventos de terror, o COF vem se consolidando como uma das principais bandas de metal na atualidade. Com muita maquiagem, efeitos na voz e letras sombrias, o som ainda não conseguiu ser rotulado. Balança entre o death metal, o gore, dark, gothic e outros estilos pesados. Utilizam muita sinfonia e arranjos clássicos no som e fazem a alegria dos vampiros modernos. Mas aviso: é bastante barulhento!

Clique aqui e ouça Cradle Of Filth no MusiG.

Obituary: Essa vai para os fãs de Jason, Michael Myers, Ed Gein, Charles Manson e assassinos em geral. O Obituary já foi considerado a banda mais sanguinolenta do mundo. Não há uma letra que não conote terror e morte em seu repertório. Isso quando não incluem temas mais pesados como autópsia e necrofilia. As capas são verdadeiras odes ao macabro e o som é tão pesado e rápido que faz o Slayer parecer banda de fado. Ao lado de Morbid Angel, Death e Canibal Corpse, o Obituary é considerado um dos pilares do death metal.

Clique e ouça, se tiver coragem, Obituary no MusiG.

Iron Maiden: A Donzela de Ferro não é necessariamente uma banda satanista ou com cotonações no meio, mas a música The Number Of The Beast é um clássico que na época que foi lançada aterrorizou muita gente. Também pudera. O refrão “666, the number of the beast” cantado em 1982 era considerado algo bem incomum. Hoje, o Iron Maiden passa longe desses temas, mas o bonecão Eddie continua aparecendo nos show para alegria dos fãs. E em março eles estarão de volta ao Brasil!

Clique e ouça Iron Maiden no MusiG.

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