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Arquivo de março, 2009

27/03/2009 - 14:47

Vale Presente do MusiG

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Sabe quando você precisa dar um presente para alguém e não sabe o que enviar? Gostaria de dar um cd, mas não tem certeza do gosto da pessoa. Ou se ela for muito eclética e você ficar pensando se apenas um artista seria o suficiente?

O MusiG resolve o seu problema. De maneira rápida, fácil e eficiente, você pode mandar um VALE PRESENTE para qualquer pessoa e assim garantir um presente que é a cara dela.

São diversas opções que vão de R$ 10,00 a R$ 40,00, ou até assinaturas mensais. Quem receber o agrado poderá baixar as músicas que quiser, montar um cd personlizado e agradecer eternamente. É muito simples.

Para comprar o seu vale presente, primeiro é necessário ter créditos em sua conta. Para arquirir créditos basta ir na aba “Créditos” na Página de vendas, selecionar o valor desejado e finalizar a compra.

Depois de comprar o seu crédito, vá na aba “Vale presente” na Página de vendas, selecione o vale-presente desejado e clique em “Comprar”. O item será adicionado ao seu Carrinho de compras.

Vá então até o Carrinho de compras e conclua a sua compra. Um pop-up será exibido, informando o código do cartão. Insira o e-mail do destinatário, seu nome e uma mensagem ao seu amigo e pronto! O cartão será enviado.

Depois dessa sugestão, você não deixará ninguém de mãos abanando. Aproveite!!

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17/03/2009 - 18:56

O mestre do jazz

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Se você gosta de jazz, gosta de Miles Davis. E é impossível não gostar. Miles é um dos músicos mais influentes do século passado e sempre tocou com os grandes nomes. Ganhou oito Grammys, inclusive um pelo conjunto da obra, e foi incluído no Hall Of Fame do Rock ‘n Roll em 2006.

Tudo o que se falar de Miles será pouco para definir sua grandeza. É melhor ouvir. E por isso, o MusiG disponibiliza o cd Chronicles – The Complete Prestige Recordings 1951-1956, com 50 sucessos do gênio para você curtir em qualquer lugar. O preço é bastante convidativo (R$ 30,00) e se trata de uma coleção sem igual.

Você pode ouvir o cd também, basta clicar em cada música e criar sua playlist para ouvir quando quiser. Miles Davis é essencial para quem curte a boa música. Não perca essa chance. Além de ser um presentão.

Clique aqui para ouvir o cd Chronicles – The Complete Prestige Recordings 1951-1956

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12/03/2009 - 16:37

De volta pelos fãs?

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Quando terminou com o Faith No More, o vocalista Mike Patton começou uma nova carreira: falar mal dos ex-companheiros. Tudo bem que ele continuou fazendo música, mas conseguiu mais barulho com a mídia quando resolveu espinafrar quem ao seu lado havia feito fama e fortuna com músicas memoráveis como Epic, From Out Of Nowhere, Falling To Pieces e outras.

O FNM foi com certeza uma das bandas de maior sucesso na década de 90 chegando a dividir o palco com transatlânticos do rock como Metallica e Guns N Roses. Eram considerados uma revolução no som do momento, sendo ao mesmo tempo agressivos na imagem e melódicos na música. A voz de Patton fazia uma contradição única com a guitarra de Jim Martin, apontado por muitos como um novo Slash (até pelo visual). A cozinha composta por Bill Gould e Mike Bordin era uma das mais pesadas do cenário e Roddy Bottum criou momentos memoráveis no teclado.

Era difícil apontar o estilo do FNM, que passava pelo progressivo e hard rock até o heavy-metal. Uma especialidade da banda era regravar velhso sucessos e deixá-los ainda melhores como War Pigs, do Black Sabbath e Easy, do The Commodores.

Como muitos grupos que atingem o sucesso rapidamente, o FNM se perdeu em meio ao ego de seus músicos e as famosas “desavenças musicais” que dissolveram tantas bandas por aí. Jim Martin foi o primeiro a sair e Mike Patton começou a dar mais atenção ao seu trabalho solo do que à banda. Bill Gould se juntou a Dino Cazares do Fear Factory e criou o Brujeria. Mike Bordin emprestou seu enorme talento nas baquetas a Ozzy Osbourne e a banda assim acabou. É?

Pois eis que voltaram. Anos (e brigas) depois, o quinteto está reunido para shows na Europa, mas há quem jure que é apenas por dinheiro. Nunca houve um sinal de reconciliação dos músicos e o guitarrista Jim Martin nem sequer foi cogitado. A banda recomeça de onde foi quebrada, com John Hudson na guitarra e nenhuma pretensão se lançar um álbum novo por enquanto. Segundo dizem os músicos, querem apenas tocar ao vivo, já que não possuem nenhum contrato com gravadora.

Bom, aos fãs o que fica é a esperança de mudarem de idéia. Ao contrário do que diz o nome da banda, a fé é essencial nesse caso. Aqui no MusiG você pode ouvir os sucessos do Faith No More quando quiser. Clique aqui e escolha sua música preferida.

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11/03/2009 - 17:09

Mamonas engraçadas

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Foi uma semana negra para a música brasileira, aquela no início de março de 1996. Muito se pode dizer dos Mamonas Assassinas, que eram mais uma banda engraçadinha, que não eram importantes, que não possuíam criatividade ou até mesmo que não faziam música. Ironicamente, após a tragédia que vitimou a banda, o quinteto de Guarulhos começou a ser tratado de forma mais respeitosa e os músicos até começaram a ser considerados talentosos.

O que ninguém podia negar é que os Mamonas eram carismáticos. Dinho e companhia faziam rir até em velório com suas letras de duplo sentido, às vezes no sentido literal mesmo, e com humor que faz falta atualmente. Não apelavam para escatologia ou sexo à vontade para tentar ser engraçados e as crianças podiam ouvir sem reprovação dos pais. Não tinham bundas dançando na frente da banda e todos faziam questão de mostrar que tocavam de verdade.

Dinho, o vocalista, e Samuel, o baixista, fariam aniversário no início de março, mas na noite do dia 02 de março de 1996, o avião onde estavam se chocou com a Serra da Cantareira, matando toda a banda. Fica a saudade de ambos, de Julio, Bento e Samuel, e das piadas e letras realmente engraçadas.

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06/03/2009 - 16:35

Deep rock ‘n roll

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Chamá-los de dinossauros do rock é colocar essa banda no lugar comum. Muitos são os grupos dos anos 60/70 que se encaixam nessa categoria, mas como os animais pré-históricos, foram extintos. É a velha lei da natureza, só os fortes sobrevivem.

Está certo que há muito tempo que o Deep Purple não lança um trabalho digno de seu nome. Bons álbuns e shows calcados mais nos clássicos. E daí? Os Stones seguem a mesma linha, ou não? O que importa é que os clássicos do Purple são eternos. É bastante comum observamos nas casas de shows os coroas e a molecada agitando junto e cantando todas as letras. É a prova de que o som bom dura para sempre.

Depois de idas e vindas, dos membros originais apenas o batera Ian Paice marca presença até hoje. Os também antigos Roger Glover e Ian Gillan também estão lá, ao lado do tecladista Don Airey e o espetacular guitarrista Steve Morse. Morse já possuía uma carreira de respeito tendo sido eleito o “melhor guitarrista do mundo” por cinco anos consecutivos pelos leitores da revista Guitar Player. Se juntou ao Deep Purple em 1994 e susbstitui a altura o lendário (e problemático) guitarrista Ritchie Blackmore.

Para se ter noção da importância do Deep Purple na história do rock, o riff de “Smoke On The Water” foi eleito, em 2008, o “maior riff de todos os tempos”, à frente de “Smells Like Teen Spirit” (Nirvana), “Sweet Child O Mine” (Guns N Roses), “My Generation” (The Who) e “Born To Be Wild” (Steppenwolf). A escolha foi feita por alunos da escola técnica de música de Londres, uma das maiores e mais conceituadas do mundo.

Deep Purple resiste ao tempo e aqui no Musig você pode ouvir e baixar alguns de seus maiores clássicos. Confira agora.

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